Em cada fase de nossas vidas agregamos um valor moral ou o adaptamos a nossas necessidades.
Na infância, aprendemos com as fábulas - quem não conhece as de Esopo -, com os contos de fada... Aprendemos o que é castigo, o que é recompensa; o que é ser bom, o que é ser mau, sem questionar o significado de tais conceitos e o que está por trás disso tudo.
Na adolescência, aprendemos através de experiências trocadas com os amigos, colegas, família e um mundo de informação que vai surgindo um tanto enigmático... , que leva tantos a serem rebeldes, subversivos, líderes natos de inúmeras causas que parecem injustas, mas muitas vezes são mesmo perdidas. Sim, perdidas... porque se não o fossem, porque depois quando adultos esquecemos e repetimos os mesmos erros... acomodação, submissão... quem sabe...
Na fase adulta, aprendemos que não aprendemos tudo e que quase nada é certo nesse mundo, e que vamos viver aprendendo. Porém, conseguimos julgar e selecionar nossas informações. Adaptamo-nos aos valores impostos até um limite: o da tolerância.
Na fase dita melhor idade, em que já se cruzou a linha dos 50, a vida passa como um filme. Muitas cenas, muitos personagens, muitas histórias. Nada tem mais valor que a própria vida, cada instante que conseguimos ainda respirar. Tudo vira uma trágica comédia grega. Tudo tem uma explicação para o inexplicado mundo das coisas, do ser.
Aprendemos a hipocrisia social dos bons costumes que desde a Roma Antiga já era podre, sorte que não tinham a mídia de hoje para propagarem a realidade da sociedade. Mas também não é o caso de condenar, pois em verdade o que prevalece é o instinto... que é a parte animal que reina no ser humano. Tanto que muitos sucumbem com doenças, sejam físicas ou psíquicas.
muito bom esse blog me ajudou bastante
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