A emigração é um fenômeno sócio-cultural que leva as pessoas a mudarem de vida. Entram em contato com um mundo diferente e aprendem a valorizar a simplicidade da vida: sem tumulto, sem agitação, sem pressa, sem concorrência acirrada, sem tempo para contemplar a natureza em sua exuberante beleza.
Na juventude, muitos procuram os grandes centros como se fosse a passagem para a liberdade. Deixam família, amigos em busca de uma vida sem preconceitos, tecnologia, informação e conhecimento universal, ter vivências interculturais, experiências que fazem amadurecer.
Com a idade passamos a ser mais seletivos em nossas escolhas. Tudo vira dois pesos e duas medidas... Em função do tempo de vida, começamos a buscar qualidade de vida: mais saúde, mais carinho, mais amor. Viver em um lugar tranquilo, seja no meio do mato ou numa praia quase deserta. O cantar dos passarinhos, o espetáculo da flores, o bom dia ou boa tarde... Aprendemos a trabalhar para viver e não viver para trabalhar; dar mais atenção aos entes queridos (família, amigos) que nos rodeiam.
Com a idade passamos a ser mais seletivos em nossas escolhas. Tudo vira dois pesos e duas medidas... Em função do tempo de vida, começamos a buscar qualidade de vida: mais saúde, mais carinho, mais amor. Viver em um lugar tranquilo, seja no meio do mato ou numa praia quase deserta. O cantar dos passarinhos, o espetáculo da flores, o bom dia ou boa tarde... Aprendemos a trabalhar para viver e não viver para trabalhar; dar mais atenção aos entes queridos (família, amigos) que nos rodeiam.
Tudo se torna mais leve, mais profundo, mais intenso, mais sincero, verdadeiro.
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